Há, sim, formas e formas de viver o carnaval no Brasil. Quem não liga em absoluto, fica em casa como se fosse mais um dia “útil”, frente ao computador, respondendo emails. O seu contato máximo com a farra pode roçar a tela da tevê ou fixar o olhar, ao dia seguinte, nos pormenores impressos dos desfiles. Há quem enlouqueça ao som da música, baiana ou não. A casa lhe é insuficiente, precisa sair, extravassar, beijar, perder a cabeça. Há quem saia e, ainda no meio do pandemônio, pratique um certo tipo de retiro. Algo como estar e não estar. Três fotos (acima a primeira) dão fé dessa alegria íntima, tranqüila e silenciosa.
Foto: Special corner I, Pirenópolis | Brasília | 14 février 2010 [Valentine’s Day].