Ontem, num pequeno café-celebração por meu aniversário, conversávamos sobre a diversidade de gostos que pode existir no seio das famílias. Na minha, por exemplo, não há [nunca houve] restrições: tanto fazem “Anticristo” como “Terminator”, “A vida dos outros” ou “Avatar” [sem saber, honestamente, como o diretor do último demorou quase duas décadas para chegar a esse resultado]. A abertura é o ponto. E algo disso há nesta foto, onde o bebê -de meses- já faz parte duma intensa profissão de fé [Brasília | Décembre 2009 | Digital “iniciante”].

Ontem, num pequeno café-celebração por meu aniversário, conversávamos sobre a diversidade de gostos que pode existir no seio das famílias. Na minha, por exemplo, não há [nunca houve] restrições: tanto fazem “Anticristo” como “Terminator”, “A vida dos outros” ou “Avatar” [sem saber, honestamente, como o diretor do último demorou quase duas décadas para chegar a esse resultado]. A abertura é o ponto. E algo disso há nesta foto, onde o bebê -de meses- já faz parte duma intensa profissão de fé [Brasília | Décembre 2009 | Digital “iniciante”].