A tristeza que surge quando despedimos-nos de amigos generosos (desses que acreditam na humanidade, no cuidado das plantas, na comida orgânica, em cachorros únicos como o Teo, no lado aprazível de seres como Tião, Zeca e Rose, no mar, na montanha, na salsinha plantada no quintal, no pé de alecrim, no suco de limão -dos limões que a árvore deixa cair- espremido com a mão, em resolver as coisas pequenas de moto, em comer pão fresquinho de manhã, em compartilhar, em não “acabar” com os morcegos apesar de sentir um medinho… hehehe, desses amigos que valorizam as coisas feitas a mão e que entendem as observações dos outros como formas de pensar, de ver a vida, tão válidas como qualquer). Daqui a pouco eles retornam a uma cidade que amam, a um lugar do qual se sentem parte. Sim… sentir essa tristezinha é um prazer. Um privilégio.